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Energia
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Joel Filho (Empreendedor)
29/01/2026 11:25:15O mercado de energia solar distribuída no Brasil apresentou avanços significativos no quarto trimestre de 2025, impulsionado pela expansão da capacidade instalada e pela adoção crescente de tecnologias de armazenamento e integração com redes inteligentes. A geração distribuída consolidou-se como uma alternativa estratégica para consumidores residenciais, comerciais e industriais, reforçando a diversificação da matriz elétrica nacional.
Do ponto de vista regulatório, o período foi marcado pela continuidade da implementação da Lei 14.300/2022, que estabeleceu o Marco Legal da Geração Distribuída. As atualizações normativas da ANEEL e os ajustes tarifários trouxeram maior previsibilidade ao setor, ainda que com desafios relacionados à transição dos subsídios e à definição de regras para compensação de créditos de energia. Incentivos fiscais e programas estaduais também contribuíram para sustentar o ritmo de crescimento.
Em termos de inovação, destacaram-se novos modelos de negócio, como comunidades solares e geração compartilhada, além da atuação de startups voltadas para soluções digitais de gestão energética. O cenário reforça o papel da energia solar distribuída como vetor de modernização do setor elétrico brasileiro, embora sujeito a mudanças regulatórias e à evolução tecnológica que podem alterar sua dinâmica nos próximos anos.
Joel Filho (Empreendedor)
28/10/2025 10:01:25Entre junho e setembro de 2025, o mercado de geração distribuída (GD) solar no Brasil manteve trajetória de expansão, consolidando-se como um dos principais vetores de descentralização da matriz elétrica. O marco regulatório continuou sendo a Lei 14.300/2022, que estabeleceu as regras de transição do sistema de compensação de energia elétrica.
Nesse trimestre, os efeitos da transição ficaram mais evidentes: novos projetos passaram a arcar com parcelas crescentes dos custos de uso da rede, reduzindo gradualmente os benefícios do modelo de “net metering” integral. Essa mudança impactou diretamente a precificação de contratos e a atratividade de investimentos, exigindo maior sofisticação nos estudos de viabilidade e maior atenção às tarifas específicas de cada distribuidora.
Do ponto de vista técnico, o trimestre foi marcado por um aumento das exigências de adequação de conexão. Distribuidoras reforçaram protocolos para mitigar problemas de tensão e qualidade de energia em regiões com alta penetração de GD, o que levou a prazos mais longos e custos adicionais em alguns projetos. Ao mesmo tempo, houve avanço na adoção de tecnologias de monitoramento remoto, inversores inteligentes e sistemas de gestão de performance, fundamentais para garantir estabilidade da rede e maximizar a geração em um ambiente regulatório mais restritivo.
No mercado, observou-se a consolidação de modelos coletivos, como geração compartilhada e autoconsumo remoto, que ganharam relevância por diluir riscos e permitir escala em segmentos comerciais e de serviços. Esses arranjos também passaram a demandar maior governança contratual e sistemas de medição mais robustos, para assegurar transparência no rateio da energia e previsibilidade de receitas.
Em termos de equipamentos, os preços de módulos e inversores permaneceram relativamente estáveis após quedas expressivas nos anos anteriores, mas a pressão cambial e custos logísticos trouxeram variações regionais. Isso reforçou a importância de estratégias de portfólio e de contratos de longo prazo para mitigar volatilidades. Em síntese, o trimestre de junho a setembro de 2025 foi de crescimento com maior disciplina técnica e regulatória.
A GD solar continuou a expandir sua participação na matriz, mas em um ambiente de margens mais ajustadas, exigindo dos agentes maior profissionalização, eficiência operacional e capacidade de adaptação às novas regras de compensação e às exigências técnicas de conexão.
Joel Filho (Empreendedor)
12/08/2025 17:00:18O segundo trimestre de 2025 representa um período de consolidação avançada para o setor fotovoltaico brasileiro, com a plena maturação das regras estabelecidas pela Lei 14.300/2022 e estabilidade regulatória consolidada. Observamos avanços tecnológicos significativos com a popularização de painéis de alta eficiência (tecnologia TOPCon e HJT), expansão massiva dos sistemas de armazenamento residencial e comercial, e maior integração de soluções digitais para monitoramento e gestão energética. A capacidade instalada superou os 40 GW, consolidando o Brasil entre os cinco principais mercados solares globais, com crescimento expressivo nas modalidades de geração compartilhada e autoconsumo remoto. Apesar do crescimento robusto, o setor enfrenta desafios estruturais como volatilidade cambial impactando custos de equipamentos importados, complexidade na gestão das regras tarifárias consolidadas da ANEEL, gargalos remanescentes na infraestrutura de conexão à rede em algumas distribuidoras e necessidade contínua de capacitação de mão de obra especializada. A regulamentação de sistemas híbridos (solar+storage) encontra-se em fase de refinamento, com procedimentos técnicos e comerciais em evolução. Questões relacionadas à sustentabilidade da cadeia produtiva e economia circular dos equipamentos fotovoltaicos ganham relevância crescente. Para o terceiro trimestre de 2025, projetamos aceleração definitiva na adoção de tecnologias de armazenamento, consolidação dos modelos de financiamento verde e expansão do crédito subsidiado, crescimento dos projetos de grande porte em ambiente de contratação regulada e livre, e maturação das regras para sistemas híbridos e participação plena em mercados auxiliares de energia. Espera-se também protagonismo consolidado das cooperativas energéticas e evolução do mercado através de parcerias estratégicas bem estabelecidas entre empresas nacionais e internacionais. Este material tem caráter informativo e recomendamos que cada investidor avalie suas circunstâncias particulares antes de realizar investimentos no setor
Time Relacionamento (Altxs)
07/08/2025 15:25:13Prezados(as) investidores(as),
Informamos que em 06/08/2025 notificamos a equipe do projeto solicitando as prestações de contas e os relatórios contábeis conforme contrato. Até o momento desta publicação não tivemos respostas.
Anexo notificação enviada.
Ficamos à disposição no whatsapp numero (11) 5194-4704.
Atenciosamente,
Time de Relacionamento com Investidores
Joel Filho (Empreendedor)
19/05/2025 17:15:30O quarto trimestre de 2024 representa um período de preparação crítica para o setor de geração distribuída no Brasil, com a aproximação da implementação integral das mudanças tarifárias previstas pela Lei 14.300/2022, programadas para o início de 2025. Observamos avanços tecnológicos importantes com a crescente adoção de painéis bifaciais (proporcionando ganhos de eficiência de 20-25%), expansão de sistemas híbridos com armazenamento e desenvolvimento de inversores inteligentes com recursos avançados de monitoramento e otimização de desempenho.
Apesar do crescimento, o setor enfrenta desafios significativos como incertezas relacionadas à implementação iminente do novo marco regulatório, pressões cambiais afetando o custo de equipamentos importados, congestionamentos nos pedidos de conexão à rede em determinadas distribuidoras e necessidade de qualificação acelerada da mão de obra para atender à demanda crescente. A ANEEL intensifica a finalização das regulamentações para a transição completa ao novo modelo tarifário, enquanto desenvolve normas específicas para sistemas com armazenamento de energia.
Para o primeiro trimestre de 2025, projetamos uma adaptação progressiva ao novo cenário regulatório, aceleração na demanda por sistemas com armazenamento em resposta às novas tarifas, possível volatilidade no mercado com ajustes estratégicos dos principais players e diversificação das soluções financeiras para viabilizar projetos sob o novo marco legal. Este material possui caráter meramente informativo, e recomendamos que cada investidor considere seu perfil de risco e objetivos específicos antes de tomar decisões de investimento no setor.